cep 20.000 - centro de experimentação poética


  CEPQÜELA, MEU BEM, CEPQÜELA

 

Noite de gala na terça feira dia 12 de agosto de 2008, na festa de 18 anos do CEP 20.000.

Abertura com o magnífico vídeo “cão leão” de Raul mourão.

Um dia na vida de um vira lata na Joaquim silva, na lapa.

Depois esquentei o microfone com um acesso vertigem de versos. Esquentei para o marajá do verbivocovisual trabalho de Márcio-andré poeta e editor da confraria do vento. E subiu então ao palco, o brumário world circus tour, com maurição, kiko, diba, rafinha e kyvia. Essa moça ficou meio pelada. Exarcebou. Rafinha, uma revelação. E veio Bárbara, a huna e seu livrinho de um real. E depois veio madame kaos, exeuberantes. Com marcela gianninni ao piano dando show. Viviane Mosé desfiou tantos poemas e atendeu a pedidos da platéia. Um espetáculo Viviane. Tanto tempo sem fazer o CEP. E lá estavam a nata do Centro: Zarvos, Pedro Rocha, Ericson Pires, Éber Inácio. E nos microfones, o zen nudista Aimberê, o metálico Alex Hamburger, o boato beato Justo D’Ávila. Na sequência o exímio Flu e o vertiginoso Paulo Scott, que se atirou ao chão e fez chover. Enfim a apoteose: Chelpa Ferro, Duplex e Robôs Efêmeros. Fausto compôs e apresentou texto especial que falava do departamento de hortifruti do Prejunic, e robôs no duplex e chapa quente e chelpa ferro. Foi edificante. Engrandecedor. O CEP ali ficou de maior. Fechando a noite, a performance esperada de váriadíssimos grupos de artistas plásticos. E tome bolos, laranjadas, pipocas, pianos sheikiados e a festa, a farra, a fome e a vontade de comer se juntando, como no painel sensacional de guga Ferraz:

uma carteira de motorista do CEP 20.000. grande Guga.

Agora é dia 26, a segunda parte da festa com bandas e poetas. Do Amor confirmado, convidando a mineira Aluah. Vamos cair dentro. Evoé, CEP. Vamos cepqüelar again.



Escrito por cepchacal às 00h02
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 

POLACO LOCO PACA

camarada caio me faz essa preza. o polaco loco paca ao vivo e a cores. um presente de dezoito anos para o cep 20.000.

 Caio:

lembro que havia lhe prometido, mas esqueci de te passar bichão, os tais dois vídeos do leminski:

 
 


Escrito por cepchacal às 22h14
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



+ BÁRBARA ARAÚJO + MÁRCIO-ANDRÉ



                                                                                                                                           VC VAI ?

 

Há 18 anos curo o incurável. Tento tapar com palavras e algum acolhimento o que é impossível de conter ou expressar para quem ta com a fúria e a velocidade da juventude. O cep recebe, acolhe como um abrigo anti monotonia. Mas é quase inútil. Todos querem muito mais. Subir pelas paredes. Subverter a ordem. Abominar o estabelecido. Tentamos em vão. A vida escorrega e o grito ganha as ruas, praças, praias e noites. Fazemos o que podemos. No mais, deus sabará o que fará. Viva a fúria feroz, a fé cega, a brutalidade da juventude. O cep agradece 18 anos dentro. Grato às administrações municipais por nos servirem o verso do espelho. Sem isso nada seria refletido. Nada teria brilhado. Mas agora senhoras e senhores, dinos e babies sauros, arrependei-vos e rejubilai-vos, o cep 20.000 está no ar !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!




Escrito por cepchacal às 14h37
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Alguns depoimentos extraídos do Inventário de 10 anos do CEP 20.000:

 

ANTÔNIO CARLOS MIGUEL, jornalista d’O Globo:

Muito da rica e diversificada cultura popular produzida no Rio nos anos 90, teve como base irradiadora o CEP 20.000. Livre de pressões mercadológicas, tendo como compromisso a invenção e a ousadia, aquele espaço possibilitou o surgimento de novos artistas e um intenso interecâmbio de idéias que se espalharam por toda a cidade. Na música, para ficar em poucos mais contundentes exemplos, Arícia Mess, Antônio Saraiva, Suely Mesquita, Rodrigo Campello, Boato e Pedro Luís e a Parede foram alguns dos cantores, compositores, arranjadores e grupos que tiveram no Sérgio Porto, o suporte  para lançar seus inovadores trabalhos. Essa gente contribuiu para o que ficou conhecido como MPC ou música popular carioca, vertente que continua dando mostras de vitalidade e é uma das marcas do CEP 20.000.

 

DADO VILLA-LOBOS, guitarrista, ex-integrante do Legião Urbana:

São dez anos de discussão, poesia, artes plásticas, música, muita música ... de contaminação e manifestação generalizada, bate boca saudável fluindo pelos vinte mil caminhos da informação comandados por Chacal, o maior MC carioca.

 

DOMENICO LANCELLOTI, baterista, compositor e artista plástico:

O Centro  de Experimentação Poética vem unindo já três gerações de artistas que dependem ou dependeram dessa única possibilidade de mostrar seus trabalhos. Praticamente todas as bandas passaram pelo som médio-regular do Sérgio Porto e puderam contar com Zarvos e Chacal, estes que já a algum tempo (a duras penas) vêm soprando as brasas dessa cidade.

 

ERNESTO NETO, artista plástico:

O CEP 20.000, quantos anos ? Parece que sempre existiu e existirá. Lugar manjedoura da arte, da cultura, da música e poesia carioca. HA !! CEP 20.000 ! Quantas cabeças, quantos corpos por aí passaram e ainda vão passar. Vejo prazer, inteligência, verdade e liberdade carioca. HA !!! CEP continue firme e forte. Aconchego cultural caldeirão da cidade carioca.

 

EVA DORIS ROSENTAL ex-presidente do RIOARTE:

Para mim, o CEP 20.000 é mais que um movimento, é um eterno encontro, de idéias, pessoas, criatividade. E como vivemos uma era de muitos desencontros, o CEP não pode acabar NUNCA !!!!!!!!!!!!!!!

 

FAUSTO FAWCETT escritor:

Dez anos do CEP 20.000, a força jovem mais ativa do Brasil. Um, dois, três, quatro, cinco mil, quem manda na cidade é o CEP 20.000. A zona sul é nossa ha ha hu hu ...

 

FERNANDA ABREU, cantora e compositora

CEP 20.000, dez anos de groove, poesia, melodia e novidade. De cultura e identidade.

O CEP 20.000 está tatuado na cidade.

 

FRANCISCO BOSCO, poeta:

Recusando-se às limitações da cultura midiática, o CEP se apresenta como um espaço de criação / veiculação de outras linguagens, fundando-se, portanto, como espaço alternativo: alternativo não somente em relação à linguagem midiática dominante, mas também em relação a si mesmo, pois em seu interior vigora uma democracia radical, que abriga e estimula a produção de vozes diferentes. Tentando definir um pouco mais o que consiste a linguagem produzida pelo CEP (reduzindo sua multiplicidade), parece-me possível situá-la como um desdobramento da poesia marginal, na encruzilhada do gesto e da página, da fala e da escrita. Com isso, essa linguagem  marca sua diferença em relação à poesia mais radicalmente textual, mais implacavelmente culta, cujo desenvolvimento hoje em dia vai muito bem obrigado. Essa diferença, e nisso reside a proposta dessas linhas, deve ser respeitada, preservada: lembremo-nos da reivindicação barthesiana: “”Que uma língua, qualquer que seja, não reprima a outra”. E longa vida para o CEP e seus poetas.

 

HELOÍSA BUARQUE DE HOLANDA, editora, ensaista, curadora:

O CEP 20.000 chegou e acreditou no valor do laboratório, dos processos de criação em si,  no encanto com as novas linguagens & mídias.

E mais: o sucesso contínuo do CEP ao longo desses quase 15 anos de atividade  demonstram que o Rio de Janeiro deseja e precisa de iniciativas como essa.

Resultado: 15 anos de descobertas inenarráveis, encontros, mostras, performances, eventos, festas. 15 anos de formação intensiva de quadros e pessoal na área artística, como atestam os nomes de poetas, músicos, bandas, performers, profissionais da mídia, gente de teatro e mais outros tantos que surgiram e cresceram com e através do CEP. 15 anos de trabalho reconhecido por um público fiel de cerca de 30.000 pessoas. 15 anos de criação e recriações de um espaço polivalente, hoje referência obrigatória no mapa do Rio de Janeiro. 15 anos de trabalho sério do grande  poeta, rápido e rasteiro, dono de um enorme talento camaleão que vem abalando a cultura brasileira, desde os idos de 1970, sob o codinome Ricardo Chacal.

 

HERMANO VIANNA antropólogo:

Quase todos meus amigos (e quase todas as pessoas que admiro na nova arte carioca) já participaram do CEP 20.000, que realiza uma espécie de sonho de consumo cultural: um espaço de circulação de informações interessantes, onde confabula-se o futuro da criatividade do Rio. A tendência dominante dos anos 90 pode Ter sido a fragmentação, da Cidade Partida ao isolamento via Internet. É preciso fortalecer atividades onde diferenças interagem face a face, em tempo real, como se ainda tivéssemos o mesmo CEP. Então parabéns para todos nós ! Longa vida para o CEP 20.000 !

 

JOÃO PIMENTEL, jornalista:

O CEP  é o catalisador de todos os sentimentos escondidos na poeira de uma cidade que se perdeu há muito da poesia em todas as suas formas. O CEP é para nós, gente do bem, uma chance que o mundo nos deu de nos encontrarmos no mesmo espaço, na mesma onda, no mesmo endereço postal que seja. O CEP é o meio que todos sonhávamos para nossa poesia. Sem manifestos, cartilhas ou padrões.

 

LUCIANO TRIGO, escritor, tradutor, jornalista:

Num horizonte cultural onde as boas idéias costumam Ter vida curta, o CEP 20.000 se reafirma como uma feliz exceção, ao completar dez anos. Nesses dez anos, o CEP já se estabeleceu como uma tradição carioca, mas uma tradição em permanente processo de transformação. Espero que ele continue assim nos próximos mil ou vinte mil anos.

 

MARIA JULIA VIEIRA PINHEIRO,  ex-diretora de projetos do RIOARTE:

O CEP 20.000 é o celeiro carioca. De lá saem os melhores grãos. Cheios de swing e poesia. O CEP é sangue bom.

 

RICARDO BASBAUM, artista plástico e crítico de artes:

CEP 20.000 é um espaço para experimentação que move-se ao sabor das ondas. Por isso mesmo, só poderia acontecer no Rio de Janeiro, cidade de praia. Aqui se fez e se faz um pouco de tudo, de pós-tudo – ou quase tudo, o que é muito melhor – como prova dos nove da alegria necessária para estar vivo muito vivo. “Sempre pra lá de divertido” é a impressão mais forte que carrego por Ter participado muito feliz de algumas edições nesses X anos. Gracias !

 

RONALDO BASTOS, letrista e diretor artístico:

O CEP 20.000 foi o movimento mais renovador no panorama cultural do Rio de Janeiro nesses 10 anos. Para mim foi um bálsamo frequentar aquela muvuca. Ali renovei com alguns companheiros e com a novíssima guarda, o eterno repúdio à caretice – especialmente a vigente nesse meio que se diz moderno – e a crença no admirável mundo novo. Viva a moçada do CEP ! Um viva a cada um desses quixotes que à margem da cultura oficial, manteve vivo o delírio, a revolução e o fluir da poesia.

 

TUTTY VASQUES, jornalista:

Nenhum brasileiro saudável sabe de cor o seu CEP. Só alguns cariocas razoavelmente doidos sabem o que significa CEP 20.000. Eu não sei o que é uma coisa nem outra! Mas acredito no Chacal. Precisa como alguem como ele para ensinar a garotada o valor da trilogia “coragem, batalha e piração”! O resto se escreve com o tempo.

 

WALY SALOMÃO, poeta:

O CEP 20 mil é a feira e a festa das confederações das tribos poéticas guanabarinas. É a vernissage, é a vitrine, é o carnaval, é o território livre das linguagens em efusões imantando o Espaço Sérgio Porto, sob a batuta do pajé, do comandante-em-chefe, do xamã-beatnick Chacal. O CEP 20 mil é o nosso mercado persa, é a praça de Marrakesh em pleno burburinho botandofogo em frente ao Corpo de Bombeiro do Humaitá. Salta um Melamed, salta uma Mosé, salta um Levi, salta um Zarvos, salta um Alex Hamburger pra viagem !!!!

 



Escrito por cepchacal às 14h36
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 

ENTRE TODOS OS FOGOS, A CHAMA DO CEP

 

O CEP não é um “projeto social”. Embora melhore a alta estima de muita gente, não interessa a nenhuma ONG. O CEP não tem público alvo e embora acerte em cheio no coração da galera, não interessa a nenhuma empresa. O CEP não pode nem viver de bilheteria porque todos se acham donos e se negam a pagar mais que um preço simbólico. Por essas e outras, agradecemos o apoio constante da secretaria de cultura do município nesses 18 anos. Não que o CEP tenha um custo alto, nem que atenda a pouca gente. Os espetáculos tem sempre um bom público, além de ser o mais importante e duradouro projeto municipal de formação de artistas e público, reconhecido pela mídia e pelo Instituto de Arquitetos do Brasil, com o prêmio Urbanidade 2004.

Há quatro gestões, a Prefeitura é parceira do CEP 20.000. Não é muito fácil conjugar as idiossincrasias do poder público, notadamente conservador, com a rebeldia da juventude afeita a transgredir limites. Entre o fogo amigo e o inimigo, o CEP caminha há 18 anos. Tem brevê. Já pode andar sozinho. Saudações siderais !



Escrito por cepchacal às 14h26
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


primeira chamada para o cep de 18 anos, terça, 12 de agosto

no sérgio porto. confirmem em rchacal@uol.com.br



Escrito por cepchacal às 16h02
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 

poema da flávia muniz, cantora da banda "Luísa mandou um beijo" e da minha turma na oficina Pintura e Lanternagem do texto no Sesc em Copacabana, que terminou ontem.

 

A MATILHA

 

Quantas palavras cabem na boca do poeta?
Quantos poetas cabem diante do espelho?
Tantas perguntas servem aos pensamentos que empilho.
Faço colagens dadaístas - você pode dizer que é plágio.
Mas se fico calada; podem achar que estou morta.
Muito prazer meu nome é Vivivinha da Silva.
Alguns me chamam de rabiola de pássaro.
Sou assim mesmo me apresento de um jeito sanguínea
e não poderia ser de outra forma.
Aqui no planeta Terra tudo é muito engraçado.
Desconfio até que o mundo é caixa de fazer gente maluca.
Poetas são loucos em eterno estágio
na fábrica onde:
ferramentas são as letras
idéias são as máquinas
produtos são os corações que afetam.
Minha fala é a mão de um gigante do espaço.
Eu tenho consciência disso e atravesso as fronteiras dos mundos.
Meu intuito é encontrar a essência intrínseca do uno,
e a dita cuja está no outro quando não calo.
No final de tudo
Sou esta que pergunto
Quantas palavras cabem na boca do poeta?



Escrito por cepchacal às 07h48
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


ATENÇÃO TRIPULAÇÃO DO CEP: DIA 12 DE AGOSTO, TERÇA FEIRA, SERGIO PORTO , FESTA DE 18 ANOS.

Escrito por cepchacal às 15h41
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Escrito por cepchacal às 15h39
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


                                      desenho: bob dylan



Escrito por cepchacal às 15h38
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 

aimberê, laurent, guga ferraz, na varanda do sérgio porto. reinauguração

SERGIO PORTO, O RETORNO OU ÉBER ROUBOU A CENA


 

o cep 20.000 VOLTOU A TODO VAPOR. O REENCONTRO DOS CARIOCAS COM O ESPAÇO CULTURAL SÉRGIO PORTO, foi um espanto. entre gotas de chuva e um frio fininho, a galera voltou a se encontrar, à vontade, sem os olhares vigilantes dos homens de terno preto, tão comuns nos centros culturais hodiernos. o Grupo Py abriu os trabalhos com a exposição FEBEA RIO, homenagem dos artistas aos "gênios" da cultura carioca. Depois foi entrando o grupo Aplauso, um projeto social da ONG sei lá o quê. O Sérgio Porto precisa se popularizar. Vivemos uma época do demo. Depois veio Paulinha Águas, a doce moça do deleite do movimento. quem quisesse chegava no som e botava um pra ela dançar e entrava de tudo e a moça se virava pra cá e prá lá. boa, muito boa. depois performances de quatro moças. vi a Leca, musa do início do CEP. suas pernas de bailarina amarela jamais envelhecerão. Cavi veio com força de mil vídeos novos. o rapaz produz intensamente. trabalha com a galera da comunidade tal. arte e política. arte e comunidade. quem sabe, a consciência culpada pós socialismo, ongueia por aí. ah ... fro reggiamente.


 

enfim, começou o CEP propriamente dito. E a homenagem à ana cristina cesar, deixou a galera de cabeça em pé. martha nowill falando os poemas de ana é espetacular. na medida certa entre o dizer e o entoar. ela exubera. d'umbra, a diretora, edinho kumasaka, o videoman, um cara com o olho pop por excelência (sua exposição é o que há. acordem galerias da cidade !) formaram juntos. e foram entrando as adoráveis atrações do cep. alice sant'anna, valha-me deus. o que escreve essa baixinha. e já estava ganhando volume na voz. o will silveira é novidade. grata revelação do andré maurois. stand up comedy da melhor qualidade. bem aí entraram as feras de sampa: bortolotto, d'umbra e marcelo montenegro. ademir "pinduca" assunção estava ali para qq emergência. não foi preciso. a malta trincou os dentes e agrediu docemente a platéia em êxtase. esse é o cemitério dos automóveis, suas antas, q faz mostra no ziembinski, sexta, sábado e domingo. essa semana "kerouac", com atuação absoluta de bortolotto. ele tem conhecimento de causa. quem vai perder ? os otários. e quando entrou arnaldo, alberto e flavinha, as flores não mais haviam porque tavinho e aline entraram deflorando gentilmente. aline, a bela, a panda de todos os pandeiros. e veio nervoso e kiko e alberto. a galera uivava. entrou o falapalavra. pedro, ericson, dado e eu. bate bola solto, olho no dente, riso na cara. conversa boa. o éber, esse, roubou a cena. dentro da casinha, fora da casinha. ele não se acha poeta, nem eu. sua categoria transcende os codinomes. o éber é inácio e ponto.


 

quando "os outros" entraram. já tres da manhã, a galera quase pulou em cima. o rock voltava à cena do cep. palhaço, papel, botika, vitor ressucitaram o sérgio porto, o cep, as almas de todos os mundos. eles estão jogando à vera. passando o rodo. no fim, a galera pediu mais um, bis, gritava bravo ! e não fosse os funcionários que desde as dez horas da manhã trabalhavam como mouros, o cep estaria ateando fogo à inércia, à burrice, à engrupição demo demo até agora. bem vindo de novo à vida do povo dessa cidade. do povo que habita as ruas, as praças, as praias, as noites dessa cidade. um povo que não é considerado povo. mas é povo. um novo povo. qual é, maluco? até já. dias 12 e 26, dezoito anos do CEP. é nosso e ninguém tasca. vamos bater cabeça. mordidas gerais.



Escrito por cepchacal às 09h06
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Escrito por cepchacal às 15h34
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Escrito por cepchacal às 15h33
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 

 

REABERTURA DO SÉRGIO PORTO

 

Cepinho 

 

SÁBADO / 12 DE JULHO 

ENTRADA FRANCA

16:00 as 17:30

 

15:00 Abertura área externa com brincadeiras – corda, bambolê, elástico, tinta guache, tela , pincéis, potes para água , pipa e varal de poesia (imprimir poesias e livro das perguntas- Neruda )   .

16:00 – Abertura Chacal c/ cabeças

16:20- Contação de história – O espelho – direção Alexandre Damascena

16:30- Falapalavrinha

16:40- Roda de Cantigas com Zé Zuca e Banda de brinquedo

16:50- palco livre- crianças lendo poesias

17:00- Coral Infantil – Pedro Nogueira 

17:10 – Marcio Trigo



Escrito por cepchacal às 21h44
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 

REABERTURA DO SÉRGIO PORTO

(RUA HUMAITÁ, 163 / FUNDOS – TEL: 2266 0896)

SEXTA FEIRA, DIA 11 / MEIA NOITE

ENTRADA FRANCA

 

com

 

homenagem

a ana cristina cesar

por martha nowill

 

fernanda d’umbra

marcelo montenegro

mário bortolotto

 

arnaldo brandão

nervoso

the alberto

flávia couri

 

falapalavra

ronaldo santos

alice sant’anna

bruno levinson

                                                                                              tavinho paes

lew silveira

os outros

 

vj maurição

 

mc chacal

 

apoio

PREFEITURA DO RIO

 

 



Escrito por cepchacal às 13h23
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ ver mensagens anteriores ]
 
Histórico


Votação
Dê uma nota para
meu blog



Outros sites
 romã neptune
 lorena poema
 ubuweb
 carol bru
 jaguadarte
 as escolhas afectivas
 artéria 8
 aerograma
 augusto de campos
 chacalog
 radiocaos
 ademir assunção
 ´revista cronópios
 verbologue
 mário bortolloto
 fernanda d'umbra
 ivana arruda leite
 arruda
 joão paulo cuenca
 paulo scott
 cardoso
 bruna beber
 cecília gianetti
 robson leite
 os sátyros
 jack kerouac
 willian burroughs
 rosa de plutão / bárbara araújo
 pirata Z
 erratica
 caroluisa
 sobrecasaca
 numa noite qualquer
 nem queiroz
 brogue - raul mourão
 caio caio
 AVIVA / glauceguima
 DIGINÓIS